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FECON - 2023
Graciliano Ramos
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Cargos públicos
Graciliano Ramos
Graciliano Ramos (1892-1953) foi um escritor brasileiro. O romance "Vidas Secas" foi sua obra de maior destaque. É considerado o melhor ficcionista do Modernismo e o prosador mais importante da Segunda Fase do Modernismo.
Suas obras embora tratem de problemas sociais do Nordeste brasileiro apresentam uma visão crítica das relações humanas, que as tornam de interesse universal.
Seus livros foram traduzidos para vários países, e Vidas Secas, São Bernardo e Memórias do Cárcere foram levados para o cinema. Recebeu o Prêmio da Fundação William Faulkner, dos Estados Unidos, pela obra "Vidas Secas".
AutorRetrato
Um autorretrato é um retrato, uma imagem, que o artista se faz de si mesmo. Muito usado na pintura, na literatura ou na escultura, o autorretrato nem sempre representa a imagem real da pessoa, mas sim como o artista se vê: aceita e assume ou tenta mudar e isso depende de cada pessoa ou mesmo de cada momento.

Queria endurecer o coração, eliminar o passado, fazer com ele o que faço quando emendo um período — riscar, engrossar os riscos e transformá-los em borrões, suprimir todas as letras, não deixar vestígio de idéias obliteradas.
Memórias do Cárcere, cap. 5
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VIDA E BIOGRAFIA
“Os dados biográficos é que não posso arranjar, porque não tenho biografia. Nunca fui literato, até pouco tempo vivia na roça e negociava. Por infelicidade, virei prefeito no interior de Alagoas e escrevi uns relatórios que me desgraçaram. Veja o senhor como coisas aparentemente inofensivas inutilizam um cidadão. Depois que redigi esses infames relatórios, os jornais e o governo resolveram não me deixar em paz. Houve uma série de desastres: mudanças, intrigas, cargos públicos, hospital, coisas piores e três romances fabricados em situações horríveis – Caetés, publicado em 1933, S. Bernardo, em 1934, e Angústia, em 1936. Evidentemente, isso não dá uma biografia. Que hei de fazer? Eu devia enfeitar-me com algumas mentiras, mas talvez seja melhor deixá-las para romances.”

Trecho de carta enviada em nov.1937 por Graciliano a Raúl Navarro

Outras obras:





INSÔNIA - 1947
CARTAS DE AMOR A HELOÍSA - 1992
VIVENTES DE ALAGOAS - 1962
ALEXANDRE E OUTROS HERÓIS - 1962
INFÂNCIA - 1945
linha de tempo
27/10/1892
Nasce Graciliano Ramos Da Oliveira em Quebrangulo - AL.
21/10/1915
23/11/1920
1925
16/02/1928
Graciliano se casa com Maria Augusta De Barros.
Morre sua primeira esposa, Maria Augusta De Barros.
Graciliano começa escrever Caetés, seu primeiro romance.
Graciliano se casa com Heloísa Leite de Medeiro.
1933
03/03/1936
Publica Caetés, seu primeiro livro.
É preso em Maceió e levado
para o Rio de Janeiro.
Em agosto, publica Angústia
seu terceiro livro
03/01/1937

É libertado no Rio de Janeiro
1938
Publica Vidas Secas, seu quarto livro.
26/01/1937
É internado na Casa de Saúde São Victor,
A 20/03, morre de câncer no pulmão,
em Rio de Janeiro.
26/01/1937
1939
1962
Heloísa Ramos publica Memórias do Cárcere,

sétimo livro de Graciliano.
Heloisa Ramos publica
A Terra dos Meninos Pelados.
Heloisa Ramos publica Linhas Tortas
23/07/1999
Morre Heloísa Ramos, viúva de Graciliano,
2013
em Salvador.
Graciliano é homenageado da FLIP.
GALERIA DE IMAGENS

Graciliano Ramos

Graciliano e Heloísa
(sua esposa)

Graciliano e Luís Carlos Prestes

Júnio Ramos e sua esposa Natália (filho e nora de Graciliano)

Graciliano na União de Escritores Soviéticos
Links Extras
Aqui você pode ter acesso á mais informações
sobre Graciliano Ramos.
https://open.spotify.com/episode/7wiNB0GHExgrLCRnfHMyCt?si=fbB31rIwQwyRJRxWmN8Frw